Política

TCE/AP inicia oficinas para orientar gestores sobre prestação de contas do exercício de 2025

Primeiro dia de atividades foi voltado às instituições da esfera estadual

O Tribunal de Contas do Estado do Amapá (TCE/AP), por meio da Escola de Contas (Escon), iniciou as oficinas técnicas de orientação para elaboração das peças complementares da prestação de contas do exercício de 2025. A capacitação integra a segunda etapa do projeto “Gestão que Presta Contas” e reúne gestores públicos, controladores internos e equipes técnicas das Unidades Prestadoras de Contas (UPCs) estaduais e municipais.

O primeiro dia de atividades foi voltado às instituições da esfera estadual. Durante a programação, os participantes receberam orientações sobre a aplicação da Decisão Normativa nº 030/2025 do TCE/AP e a elaboração das principais peças obrigatórias que compõem a prestação de contas, além de temas relacionados à responsabilização e aos procedimentos de auditoria.

De acordo com a diretora executiva da Escola de Contas, Hécia Sousa, a iniciativa busca fortalecer a atuação dos profissionais responsáveis pela elaboração e análise das prestações de contas. “Nosso objetivo é instrumentalizar os controles internos e quem atua diretamente com a prestação de contas para a elaboração das peças complementares. Além disso, queremos promover essa escuta das unidades jurisdicionadas para aperfeiçoarmos continuamente as instruções e decisões normativas do Tribunal”, destacou.

O auditor de Controle Externo do TCE/AP, João Viana, que ministrou uma das oficinas, ressaltou a importância do alinhamento técnico entre o Tribunal e os órgãos jurisdicionados.

“Estamos repassando orientações sobre as peças complementares para que elas sejam elaboradas de forma coerente com as normas do Tribunal, evitando problemas durante o processo de prestação de contas”, explicou.

Para os participantes, o momento representa uma oportunidade de aprendizado e aperfeiçoamento. A diretora adjunta de Logística da Polícia Militar do Amapá, major Eneida Reis, enfatizou a relevância da aproximação entre os órgãos públicos e o Tribunal de Contas.

“É essencial esse momento de troca de experiências com o TCE. Todo órgão público precisa prestar contas e ter esse contato de orientação ajuda a alinhar os procedimentos e protocolos adotados”, afirmou.

A auditora de Controle Interno da Controladoria-Geral do Estado do Amapá, Vera Diniz, também destacou os benefícios da capacitação.

“Para quem trabalha com controle interno, é um momento muito importante de estudo e aprendizado. Esse conhecimento fortalece nosso trabalho de orientação e auditoria junto aos órgãos estaduais”, disse.

Mostrar mais

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo