MP/AP orienta sobre assédio eleitoral no trabalho e combate à desinformação nas eleições

“Guia de enfrentamento ao assédio eleitoral”
O voto é uma escolha pessoal e a relação de trabalho não pode interferir nessa decisão. Com esse alerta, o Centro de Apoio Operacional Eleitoral (CAO-Eleitoral) do Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP), recentemente lançou a cartilha “Consciência Política e Respeito no Trabalho – Guia de Enfrentamento ao Assédio Eleitoral”.
Sob a coordenação do promotor de justiça e coordenador do CAO-Eleitoral, Hélio Furtado, o material orienta trabalhadores, empregadores e a sociedade sobre como reconhecer situações de pressão, constrangimento ou ameaça relacionadas à escolha política no ambiente profissional. A cartilha destaca que o assédio pode ocorrer por meio de promessas de vantagens, ameaças, humilhações ou exigências de apoio a candidatos, inclusive em ambientes virtuais ligados ao trabalho.
Entre os exemplos apresentados estão a ameaça de demissão, a exigência de uso de propaganda eleitoral, pedidos para que funcionários publiquem apoio político nas redes sociais e até a solicitação de fotos ou vídeos da urna. O material também esclarece que a proteção alcança empregados, servidores públicos, terceirizados, prestadores de serviço, estagiários, aprendizes e outras pessoas vinculadas ao ambiente de trabalho.

Informação confiável também protege o voto
O CAO-Eleitoral também disponibiliza a cartilha “Não Caia em Fake News! – Guia Prático de Combate à Desinformação nas Eleições”, elaborada com base na Resolução TSE nº 23.610/2019 e suas atualizações. O conteúdo aborda fake news, informações gravemente descontextualizadas, deepfakes e o uso de inteligência artificial nas eleições.
A publicação orienta o eleitor a verificar a origem das informações, conferir a data, buscar confirmação em fontes confiáveis e consultar canais oficiais antes de compartilhar um conteúdo. A recomendação central é simples: parar, verificar e sócompartilhar depois de confirmar a informação.
Saiba mais: acesse as cartilhas completas e confira as orientações do CAO-Eleitoral sobre assédio eleitoral e desinformação nas eleições.



