GTA desarticula esquema de venda ilegal de munições na zona norte de Macapá

Uma ação integrada das equipes do Grupo Tático Aéreo (GTA) durante a Operação Protetor resultou na apreensão de mais de mil munições e na prisão de duas pessoas por posse e comercialização ilegal de material bélico na zona norte de Macapá.
Conforme informações repassadas pela CIOP/SEJUSP (Coordenadoria de Inteligência e Operações), um homem identificado como Amós Ramos Miranda, de 37 anos, estaria oferecendo munições de arma de fogo a integrantes de organização criminosa nas proximidades da praça do bairro Pantanal.
Com base nas informações de inteligência, as equipes iniciaram diligências e localizaram um suspeito na rua Elcir Rodrigues. Ao perceber a aproximação das viaturas, o homem demonstrou nervosismo e tentou sair do local, sendo abordado em frente à residência. Durante busca pessoal, os policiais encontraram uma caixa de cartuchos calibre 28. Segundo o relato registrado pela equipe, o suspeito confirmou possuir mais munições dos calibres 28 e 12 e informou que revendia o material. Na residência, também foram apreendidos artefatos e equipamentos utilizados para recarga de cartuchos.

Ainda durante a ocorrência, Amós informou aos policiais que adquiria munições em outro endereço localizado no bairro Renascer I. As equipes seguiram até o imóvel indicado, onde a entrada foi autorizada por uma moradora.
No local, os agentes encontraram inicialmente caixas de munições calibre 16 e, durante as buscas, localizaram grande quantidade de munições de diversos calibres, armamentos, rádios comunicadores, lunetas, equipamentos para recarga e outros materiais de uso bélico. Segundo o registro policial, Andrea de Araújo Ferreira, de 40 anos, relatou participação na comercialização juntamente com o irmão.
Ao final da operação, foram apreendidas 1.008 munições, incluindo 100 unidades de calibre 5,5 destinadas a arma de pressão, além de armas de fogo e acessórios relacionados.
Diante da situação de flagrante, Andrea de Araújo Ferreira e Amós Miranda receberam voz de prisão e foram encaminhados ao CIOSP do Pacoval para apresentação à autoridade policial e adoção das medidas cabíveis.
Conforme o registro da ocorrência, não houve necessidade do uso de algemas e os conduzidos foram entregues em condições físicas normais.



