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Operação interestadual prende estelionatário amapaense que aplicava golpes no Pará

Investigação da Polícia Civil do Pará descobriu que estelionatário residia no município amapaense de Santana, onde ocorreu a prisão

Elden Carlos / Editor
Com informações da Agência Pará

Um homem, de 26 anos, foi preso no bairro Fonte Nova, município de Santana, distante 17 quilômetros da capital, Macapá, durante uma ação coordenada pela Divisão de Combate a Crimes Contra Direitos Individuais Praticados por Meios Cibernéticos (DCDI/DECCC), do Estado do Pará, com apoio da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Santana e Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil do Amapá.

De acordo com o delegado Rômulo Viegas, adjunto da 1ª DP, a polícia paraense requereu apoio no sentido de localizar o investigado que supostamente estaria no município santanense.

“De posse das informações repassadas, iniciamos os levantamentos, através da Core, e identificamos o endereço que passou a ser monitorado. Com a confirmação do alvo, policiais paraenses vieram ao Amapá e deflagramos a operação para prendê-lo”, disse Viegas. “Existe ainda possibilidade de que um apenado do sistema penitenciário esteja envolvido no esquema”, complementou Rômulo.

Segundo a Polícia Civil do Pará, o homem preso em Santana é investigado pelos crimes de falsa identidade e estelionato qualificado pela fraude eletrônica. As investigações revelam que o suspeito utilizava imagens de figuras públicas para exigir valores indevidos. Em um dos casos, registrado no dia 3 de março do ano passado, ele teria utilizado a imagem do delegado-geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende, em um aplicativo de mensagens, para exigir quantias de terceiros, alegando evitar investigações criminais.

“O cumprimento do mandado de prisão reforça o compromisso da Polícia Civil em coibir práticas delituosas no ambiente digital, assegurando a integridade da sociedade paraense. É importante destacar que não há fronteiras para cumprir com nosso trabalho e responsabilizar os envolvidos em crimes de qualquer tipo”, ressaltou o próprio delegado-geral Walter Resende.

Para a delegada Thiciane Maia, da Divisão de Crimes Cibernéticos, “a colaboração entre as unidades demonstra a eficácia e o empenho da Polícia Civil na defesa da segurança online e na preservação dos direitos individuais”, ressaltou.

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