O que para muitos era lixo espalhado pelas ruas após o carnaval, para a Maria do Carmo era uma oportunidade. Plumas amassadas, esculturas desmontadas e estruturas descartadas ganhavam um novo destino. E foi assim, recolhendo restos de alegorias no Sambódromo de Macapá, que ela começou a escrever uma história inspiradora no mercado de festas e eventos
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