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Empresa suspeita de fraude em consórcios é alvo da Polícia Civil em Macapá

O golpe do falso consórcio de bens e imóveis voltou a ser alvo da Polícia Civil do Estado do Amapá. O crime funciona quase sempre do mesmo jeito: os clientes são atraídos por anúncios na internet com promessas de contemplação imediata após o pagamento de uma entrada. Na hora da negociação, os vendedores garantem rapidez na entrega do dinheiro ou do bem, mas na prática o contrato assinado é de consórcio comum, sem qualquer garantia de data para receber o valor.

Com o objetivo de combater esse golpe, a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Contra o Consumidor, a DECCON, cumpriu duas medidas cautelares que determinaram a suspensão das atividades econômicas e financeiras de uma empresa localizada no bairro Laguinho, em Macapá. Segundo as investigações, o estabelecimento estaria sendo usado para comercializar consórcios de bens móveis e imóveis de forma enganosa, induzindo consumidores ao erro.

De acordo com a delegada Janeci Monteiro, as vítimas eram convencidas por anúncios nas redes sociais e pelas promessas feitas durante o atendimento. Muitos acreditavam que conseguiriam carros, imóveis ou cartas de crédito de forma rápida, mediante pagamento de entrada. Porém, ao assinarem o contrato, descobriam depois que participavam apenas de um consórcio tradicional, sujeito a sorteio e lance.

A polícia informou ainda que o proprietário da empresa já havia sido preso em fevereiro deste ano pela mesma prática. Mesmo respondendo em liberdade e usando tornozeleira eletrônica, ele teria continuado atuando no ramo. A DECCON informou que já realizou seis operações envolvendo empresas investigadas por fraudes semelhantes no Amapá. Consumidores que se sentirem lesados podem procurar a delegacia especializada, localizada na Avenida FAB, no bairro Santa Rita, em Macapá.

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