Jogadores que destruíram sonhos do Brasil na Copa do Mundo
Seleção mais vencedora da história das Copas, o Brasil também coleciona carrascos memoráveis no torneio da Fifa

Dona de cinco títulos da Copa do Mundo, a Seleção Brasileira é encarada pelos rivais como uma das equipes a serem batidas, independentemente do momento que atravesse. Sendo assim, muitos dos adversários deram tudo de si dentro de campo e se tornaram carrascos históricos da Amarelinha.
Maiores carrascos
Alcides Ghiggia – Copa do Mundo de 1950, no Brasil
Ao disputar a Copa do Mundo pela primeira vez em casa, a Seleção Brasileira tinha grandes expectativas de conquistar o torneio. A equipe contava com jogadores como Barbosa (goleiro do Vasco), Nilton Santos (lateral-esquerdo do Botafogo), Ademir de Menezes (atacante do Vasco), Baltazar (atacante do Corinthians) e Jair da Rosa Pinto (atacante do Palmeiras).

A Seleção comandada pelo técnico Flávio Costa teve uma campanha sem sustos na primeira fase, com duas vitórias e um empate. Na etapa final do torneio, o Brasil bateu a Suécia por 7 x 1 e a Espanha por 6 x 1. O título foi decidido contra o Uruguai, no estádio do Maracanã.
Friaça fez o gol brasileiro aos 47 minutos de jogo. No entanto, a festa se transformou em tristeza após Juan Schiaffino empatar o jogo aos 66. Alcides Ghigia, aos 79 minutos, decretou a derrota do Brasil e o triunfo do Uruguai, naquele jogo que ficou conhecido como Maracanazo.
Paolo Rossi – Copa do Mundo de 1982, no México
Em 1982, o Brasil já era tricampeão mundial e entrava em campo com uma equipe recheada de craques. Com Zico como maestro e outros grandes nomes como Sócrates, Júnior, Cerezo, Éder Aleixo e Paulo Roberto Falcão, a equipe verde e amarela era favorita ao título.

Lembrada até os dias de hoje pelo jogo bonito, a Seleção Brasileira não esperava encontrar a forte Itália pelo caminho. O time de Telê Santana caiu na segunda fase do torneio para os italianos por 3 x 0, com todos os gols marcados por Paolo Rossi, naquela que ficou conhecida como a “Tragédia do Sarriá”.
Claudio Caniggia – Copa do Mundo de 1990, na Itália
Na fase de oitavas de final, os adversários seriam os argentinos, que tinham no elenco Oscar Ruggeri, José Basualdo, Jorge Burruchaga e Diego Maradona. E foram os eternos rivais que levaram a melhor. Aos 80 minutos, Maradona iniciou a jogada e passou para Claudio Caniggia, que driblou Taffarel e decretou a eliminação precoce do Brasil.
Zinedine Zidane – Copa do Mundo de 1998, na França
Atual campeã mundial, a Seleção Brasileira chegava à Copa do Mundo de 1998 com favoritismo para o pentacampeonato. Com uma grande campanha durante o torneio, o destino reservou a equipe da França, dona da casa, como adversária da decisão.

Horas antes da partida, Ronaldo Fenômeno, principal nome da equipe, passou mal e não disputaria aquele jogo. Contudo, ele pediu ao técnico Zagallo para que pudesse estar em campo. Mesmo com a equipe brasileira completa, o que se viu foi um passeio da França, com 3 x 0 no placar e show de Zinedine Zidane, que balançou as redes duas vezes.
Miroslav Klose – Copa do Mundo de 2014, no Brasil
Entretanto, o que se viu dentro de campo foi um passeio alemão.
Com o placar adverso de 7 x 1, o Brasil foi eliminado do torneio, com um dos gols marcado por Klose. O atacante se tornou o maior artilheiro de todas as edições da Copa do Mundo Masculina, com 16 gols, ao ultrapassar Ronaldo.




