Falta 1 dia: Orgulho Amazônida: o reencontro da Justiça Eleitoral com o Arquipélago do Bailique no 2º turno
Entre urnas protegidas e a sabedoria de quem vive no rio, operação mobiliza dezenas de pessoas para que a distância não seja barreira para a cidadania

Viver em terras tucujus é sinônimo de costumes da própria cultura amazônida: muitos habitam entre os rios que cortam o Amapá e vivem rotinas que demandam uma logística pontual devido às mudanças da própria natureza. Esse é o caso do Arquipélago do Bailique, distrito de Macapá que fica a 180 km da capital.
A viagem da Justiça Eleitoral começa, pelo menos, 4 dias antes do dia da votação para garantir as Eleições. E no 2° turno não será diferente: uma equipe de mais de 70 pessoas entre servidores, colaboradores, policiais e bombeiros militares embarcaram na noite de quarta-feira (21) rumo às ilhas.

Neste domingo (25), acontece no Amapá o 2º turno das Eleições, o qual cidadãos e cidadãs irão às urnas para a escolha do próximo presidente da República. O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) mantém a mesma logística e segurança implementada no 1° turno.
Os profissionais seguem para comunidades como Limão do Curuá, Itamatatuba, Foz do Gurijuba e Jaburuzinho, levando os materiais e equipamentos necessários para a realização das eleições”, informou Virgílio Vieira, um dos coordenadores que realiza a logística das Eleições no Bailique.
São urnas eletrônicas, urnas de contingência, kits de transmissão, antenas portáteis de internet, entre outros suprimentos como combustível, água, alimentos, material de segurança dos militares. Tudo é pensado para que nada falte para uma eleição completa e segura.




