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Senado: 54 nomes são eleitos; confira lista

Cada estado e o Distrito Federal elegeram dois parlarmentares para a Casa Alta

Os eleitores votaram neste domingo (4) para eleger 54 senadores, uma renovação de dois terços da composição total do Senado, que conta com 81 parlamentares. Cada estado e o Distrito Federal terão dois novos nomes a partir do próximo ano, que se somam aos 27 senadores que têm mandato até 2031.

Os senadores eleitos neste domingo vão exercer mandato de oito anos (2027 a 2035) e tomam posse no dia 1º de fevereiro.

Lista

Norte

  • Acre (AC): Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos)
  • Amapá (AP): Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD)
  • Amazonas (AM): Eduardo Braga (MDB) e Plinio Valério (PSDB)
  • Pará (PA): Helder (MDB) e Chicão (União)
  • Rondônia (RO): Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)
  • Roraima (RR): Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB)
  • Tocantins (TO): Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB)

Nordeste

  • Alagoas (AL): Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB)
  • Bahia (BA): Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT)
  • Ceará (CE): Cid Gomes (PSB) e Luizianne (Rede)
  • Maranhão (MA): Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo)
  • Paraíba (PB): João Azevedo (PSB) e Veneziano (MDB)
  • Pernambuco (PE): Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT)
  • Piauí (PI): Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD)
  • Rio Grande do Norte (RN): Styvenson Valentim (Pode) e Samanda de Lula (PT)
  • Sergipe (SE): Rogério Carvalho (PT) e Delegado Alessandro (MDB)

Centro-Oeste

  • Distrito Federal (DF): Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)
  • Goiás (GO): Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União)
  • Mato Grosso (MT): Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL)
  • Mato Grosso do Sul (MS): Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)

Sudeste

  • Espírito Santo (ES): Evair de Melo (Republicanos) e Renato Casagrande (PSB)
  • Minas Gerais (MG): Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT)
  • Rio de Janeiro (RJ): Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL)
  • São Paulo (SP): Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL)

Sul

  • Paraná (PR): Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo)
  • Rio Grande do Sul (RS): Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo)
  • Santa Catarina (SC): Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL)

Senado tem recorde de mulheres eleitas

Doze mulheres foram eleitas para o Senado Federal nas eleições deste domingo (4), entre as 54 vagas em disputa. O resultado representa um recorde no número de mulheres eleitas em uma única eleição para a Casa.

No Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL) conquistaram as duas vagas disponíveis. Em Pernambuco, Marília Arraes (PDT) ficou com uma das cadeiras, enquanto Luizianne Lins (Rede) e Carol De Toni (PL) garantiram as vagas pelo Ceará e por Santa Catarina, respectivamente.

Em Goiás, Gracinha Caiado (União Brasil) ficou com uma das cadeiras. Samanda Alves (PT) conquistou uma vaga pelo Rio Grande do Norte, e Rayssa Furlan venceu no Amapá. Em Roraima, Teresa Surita (MDB) garantiu a vaga.

No Acre, Mara Rocha (Republicanos) ficou com uma das cadeiras. Marília Campos (PT) conquistou uma vaga por Minas Gerais, enquanto Marina JHC (PSDB) venceu em Alagoas.

As eleições deste ano renovaram 54 das 81 cadeiras do Senado, o equivalente a dois terços da Casa, com a escolha de dois representantes por estado e pelo Distrito Federal. As 12 novas senadoras representam 14,8% das 81 cadeiras do Senado e passam a integrar a Bancada Feminina, grupo que representa institucionalmente as mulheres nas discussões e decisões da Casa.

O número de candidatas ao Senado também cresceu em 2026. 69 mulheres se registraram para disputar uma vaga, um aumento de 30,2% em relação a 2022, quando 53 candidatas concorreram. O total deste ano é o maior já registrado em números absolutos e representa também o maior número de candidaturas femininas em uma eleição de renovação de dois terços da Casa.

A presença feminina no Senado ainda é recente na história política brasileira. O Brasil elegeu sua primeira senadora, Eunice Michiles (Arena-AM), em 1979. Foram necessários 153 anos para que uma mulher chegasse ao Senado, desde a criação da Câmara dos Senadores, posteriormente Senado Imperial, em 1826, durante o Império de D. Pedro I.

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