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Em tempos de telas, redes sociais e IA, o livro ainda encontra espaço para reunir pessoas

Em Macapá, um clube de leitura aproxima escritores e leitores, com atividades que incentivam o contato com a literatura desde a infância

É no contato direto com as histórias, os livros e quem faz literatura que crianças e adultos são convidados a descobrir novos mundos.

A programação do Clube de Leitura reúne escritores que apresentam suas obras, contam experiências e conversam com o público.

A proposta é transformar a leitura em uma experiência compartilhada e mostrar que o livro também pode ser motivo para encontros, conversas e novas descobertas.

A iniciativa faz parte do Cliap (Coletivo de Literatura Infantil do Amapá), que reúne professores e projetos desenvolvidos em diferentes bairros da capital.

O coletivo existe há quatro anos e, durante todo o ano, promove ações como entrega de livros em escolas e piqueniques literários. Dentro da programação também está a Flit (Feira de Literatura Infantil do Amapá), que reúne escritores que trabalham principalmente com a literatura para crianças.

E para que os livros cheguem a mais crianças, a rede de apoio também conta com doações. Funcionários do Grupo Equinócio de Comunicação participaram da iniciativa e ajudaram a arrecadar livros.

As imagens mostram os profissionais buscando as obras que serão destinadas às ações de leitura.

A mobilização se soma ao trabalho de projetos como o “Germinar Leitura” da Cooperativa Imagem & Cia, que atua no bairro Renascer, e também leva atividades e doações de livros para outros municípios.

O projeto “Beija-Flor” também integra essa rede de iniciativas que aposta na literatura como ferramenta para aproximar crianças dos livros.

A programação continua com a próxima ação prevista para acontecer em um shopping da capital, com a atividade de leitura “Floresta Encantada”, com data ainda a ser definida.

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