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ANP autua Petrobras por falha em sonda na Foz do Amazonas

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) autuou a Petrobras após identificar falhas graves de segurança na sonda ODN-II, que opera na bacia da Foz do Amazonas. Empresa nega falhas e vai recorrer.

O que aconteceu?

  • A fiscalização encontrou problemas nas bombas de incêndio. A agência apontou um “desvio nos planos e procedimentos para teste, inspeção e manutenção das bombas de combate a incêndio”. O problema foi classificado como crítico.
  • A multa pode chegar a R$ 2 milhões. A estatal ainda pode recorrer da decisão administrativa e afirma, em nota, que seu plano “atende integralmente às demandas operacionais em casos de emergência”. A autuação ocorreu durante uma auditoria de segurança operacional na sonda, que perfura o poço de Morpho.
  • Punição não tem relação com o vazamento de janeiro. A ANP esclareceu que este processo é distinto do incidente de 4 de janeiro, quando um vazamento de fluido suspendeu as operações na região por quase um mês.
  • Agência citou mais irregularidades na sonda. Além do problema nas bombas, foram constatadas outras falhas de segurança. A Petrobras tem entre 30 e 90 dias para os ajustes. O prazo varia conforme a gravidade de cada infração identificada pela ANP.

O que diz a Petrobras

“A Petrobras esclarece que o sistema de bombas para combate a incêndios da sonda ODN II, que opera na costa do Amapá, na Margem Equatorial, atende integralmente às demandas operacionais em casos de emergência. O sistema passou por testes que comprovaram sua eficácia e segurança.

Cabe ressaltar que os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) se baseiam em registros documentais e não refletem os testes práticos realizados no sistema. A Petrobras atuará junto à ANP para aprimorar os processos de documentação e registro, e entende que não há fundamento para aplicação de multa à companhia.”

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