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Mercado Central de Fortaleza: melhores compras, história e mais

Separe algumas horas para explorar os quatro andares do prédio, repleto de artesanatos, couro, castanhas e outros quitutes

Ao lado da Catedral de Fortaleza, entre o centro da capital cearense e a Praia de Iracema, o Mercado Central de Fortaleza é parada obrigatória na capital cearense. O prédio de cinco andares abriga mais de 550 lojas e tem uma variedade quase inesgotável de produtos. 

No primeiro piso, foi construído um estacionamento, mas os outros quatro estão repletos de boxes que vendem roupas – as tradicionais camisetas “estive em Fortaleza e lembrei de você” –, bolsas de palha trançada, sandálias de couro, chapéus, pimentas, rapaduras, tecidos, redes e artesanatos.

Iguarias locais também são vendidas a rodo, principalmente castanha de caju e suas variações: doce, licor, caramelizada, torrada. Tem também queijo coalho, rapadura de milho verde e muito mais. Uma das lojas mais tradicionais é a do Barbosa (Cazuza), no piso térreo, que também vende cachaças e licores.

Os restaurantes são quatro e também focam na comida local. O mais antigo deles, o Restaurante Central, é self-service e tem uma variedade de pratos típicos, como a carne de carneiro, a peixada, o feijão verde com quiabo e a buchada.

Os artesanatos são outro grande chamariz do Mercado Central desde 1931, quando começaram a ser vendidos. O que chama mais atenção são os bonecos de barro, que vão de ícones da história nordestina, como Lampião e Maria Bonita, até personagens da cultura pop como Yoda, da saga Star Wars.

A dica para explorar os corredores do Mercado Central é começar pelo terceiro andar, onde o movimento de pessoas costuma ser menor, e ir descendo. 

História do Mercado Central de Fortaleza

A primeira versão do centro comercial abriu em 1809 para venda de carnes, frutas e verduras em uma construção de madeira na Rua Conde D’Eu, onde hoje está o o Centro Cultural Banco do Nordeste. 

A estrutura de madeira não durou muito e foi demolida cinco anos mais tarde para dar lugar a um prédio. Já em 1931, o comércio de carnes, frutas e verduras foi proibido e por isso novos produtos, como o artesanato, começaram a ser vendidos.

Na década de 1970, novos boxes foram construídos e o mercado foi reinaugurado, ainda na Rua Conde D’Eu.

O prédio com quase 10 mil metros quadrados no endereço atual – a Avenida Alberto Nepomuceno –, só foi aberto em 19 de janeiro de 1998.

A fachada do Mercado Central tem um arco que se assemelha com a entrada de um estádio de futebol. Por dentro, a arquitetura é igualmente interessante, com rampas que conectam os diferentes pisos e formam um emaranhado de vias no centro do prédio.

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