Banner principalCidade

CDSA coloca o Amapá como destaque no comércio global após criação de nova rota marítima

  • Jonhwene Silva / Comunicação CDSA

Após inúmeras ações para o fortalecimento da economia do país e demonstrações da clara eficiência na operacionalização portuária e logística, a Companhia Docas de Santana (CDSA), continua suas atividades visando se consolidar cada vez mais no comércio global.

A criação da nova rota marítima Brasil (Santana) e China (Porto de Gaolan, Zhuhai), demonstra a importância estratégica para mercados da Europa, Ásia e América do Norte, fatores que atraem investidores de vários países.

O Porto de Santana já é considerado como principal porta de saída de mercadorias do Norte brasileiro, integrando o chamado Arco Norte (Pará. Amazonas, Amapá, Rondônia, Maranhão) e projetos que o conectam a rotas marítimas de longa distância.

Essas conexões, incluem contratos que aceleram o fluxo de exportações e importações, demonstram que a CDSA tem trabalhado para potencializar também, Santana como Hub Internacional.

Um dos fatores que contribuem para esse aspecto é a característica de redução em até 30 dias, o tempo de transporte entre Brasil e China.

Além das ligações com a Ásia, a CDSA trabalha para integrar Santana a corredores que alcançam Estados Unidos, Caribe e Europa. Especialistas do setor apontam que essa diversificação de destinos, tornam e intensificam a participação do Amapá no comércio exterior.

Graças aos investimentos na melhoria da infraestrutura e iniciativas da CDSA, como consequência, novos empregos estão sendo gerados diariamente, incrementando a receita local, reforçando setores ligados à exportação e importação.

A expectativa é que nos próximos anos, com a consolidação de rotas, a participação do Amapá nas exportações brasileiras cresça significativamente nos próximos anos, reduzindo a dependência de portos tradicionais como Santos e fortalecendo a integração comercial entre o Norte do Brasil e o resto do mundo.

Uma prova do crescimento de investimentos se demonstra com o leilão da aérea MCP 01, já anunciado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), para o próximo dia 26 de fevereiro.

Com 30.546 m² de superfície total, a MCP 01, é o espaço que foi planejado para impulsionar a economia regional por meio da movimentação aquaviária de cavaco de madeira e granel sólido vegetal, voltada à navegação de longo curso. Além disso, os indicadores da CDSA apontam para um crescimento sem volta. A movimentação de cargas em 2025, foi superior 13,5% em relação à 2024.

O presidente da companhia, Edival Tork, considera que este novo momento do porto é fruto de muito trabalho e organização.

“Ao longo dos anos planejamos e melhoramos a nossa infraestrutura portuária. Este novo momento de transformações também exige investimentos, principalmente, em virtude do crescimento que vem ocorrendo nos últimos anos. São novos equipamentos, áreas arrendadas, no futuro aumento do píer 1, a constante melhoria no calado do porto, entre outras ações. Por isso, é fundamental entender que nesse contexto do mercado global, o porto de Santana já é peça fundamental no processo de consolidação no comércio internacional”, explicou.

Ainda no que refere às melhorias do Porto, em breve entrará em funcionamento o novo shiploader (carregador de navios), com capacidade 1.500 toneladas por hora, avaliado em R$ 80 milhões que deverá aumentar a produtividade e eficiência no embarque de granéis sólidos.

Mostrar mais

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo