A chance de enxergar a saudade de outro jeito – é o que propõe a exposição “memória das águas. Quantas saudades cabem em nossos corações? Cada obra é um espelho úmido onde cabem afetos, partidas e infâncias guardadas, numa travessia sensível entre Macapá e Coimbra (Portugal), unindo a arte de lá e cá
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