Todo cuidado é pouco nas férias escolares com risco de acidentes domésticos

Seja dentro de casa ou durante uma programação em família, quem cuida de crianças pequenas precisa redobrar a atenção contra acidentes. O Corpo de Bombeiros do Amapá orienta que situações corriqueiras, como engasgos, ou ainda, perigos que locais como a cozinha oferecem para os pequenos, são simples de serem prevenidos com as orientações corretas.
Dados do Ministério da Saúde apontam que queimaduras, quedas, sufocamentos, afogamentos e intoxicações, comuns de ocorrerem acidentalmente dentro de casa, são as principais causas de morte infantil no Brasil. O levantamento destaca que o maior número de mortes infantis por acidentes domésticos ocorreram na faixa etária de 0 a 4 anos.
- Bebê engasgou, o que fazer?
Caso a criança tenha engolido um corpo estranho e reaja com espanto ou desespero, o primeiro passo é avaliar se está respirando. Em bebês até 2 anos de idade, a técnica de desobstrução utilizada para é a tapotagem.
“Devemos colocar o bebê de bruços, deitado em cima do antebraço e com a cabeça virada para baixo, deixando ele com as costas retas e, segurando com firmeza dar cinco tapas [com as mãos em formato de concha] no meio das costas e entre os ombros, não muito fortes, mas com impacto suficiente para que o objeto saia”, explica a tenente-coronel dos Bombeiros, Ana Lobato.
- Em crianças maiores
Em crianças maiores de dois anos é feita a manobra de Heimlich. “Deve-se posicionar atrás dela, sendo que ela fica de pé e o adulto ajoelhado. Com a criança de costas, uma das mãos se fecha na altura do estômago e a outra fica aberta, apoiada sobre a mão fechada. A partir daí, devemos pressionar com força moderada a barriga da criança para dentro e para cima ao mesmo tempo, enquanto o socorro está a caminho”, ensinou a militar.



