Banner principalPolícia

Suspeito de envolvimento na morte de vendedor de churrasco é morto durante operação na Ilha de Santana

Ramires França, de 18 anos, que seria integrante de uma organização criminosa, foi morto na manhã desta sexta-feira (26) durante a operação ‘Protetor’, deflagrada na Ilha de Santana

Elden Carlos / Editor

O faccionado Ramires França de Melo, de 18 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (26) durante uma troca de tiros com policiais militares na Ilha de Santana, onde foi deflagrada a operação ‘Protetor’. O foragido de justiça Wendel Charles da Silva Marques, de 22 anos, se rendeu durante a intervenção e foi preso.

Momento da remoção
do corpo de Ramires
na área portuária de Santana
Momento da chegada
de Wendel Charles
no Ciosp de Santana

Segundo a polícia, o imóvel onde eles estavam era usado como uma ‘base de operações’ de uma organização criminosa. No local, além da pistola calibre 380mm usada por Ramires no confronto, foram encontradas várias porções de drogas.

“Tanto o indivíduo que confrontou a polícia quanto o outro que foi preso integram uma facção responsável por crimes de roubos e homicídios nos municípios de Santana e Macapá. O elemento que morreu tinha a função de ‘executor’ dentro da organização. Eles cometiam os crimes e se refugiavam na Ilha de Santana por terem o entendimento de que ali não seriam localizados, mas, foi um engano total. A operação segue em andamento assim como a investigação sobre outros envolvidos com o grupo”, disse o capitão Bryan Fonseca, do Grupo Tático Aéreo (GTA).

Ainda de acordo com o capitão, existem fortes indícios de que tanto Ramires quanto Wendel estejam envolvidos no assassinato do vendedor de churrasco Elielson da Cruz, de 40 anos, que foi alvejado com pelo menos seis tiros de pistola na noite de quinta-feira (25) na praça do bairro Fonte Nova, em Santana.

“As informações iniciais apontam para o envolvimento deles nessa morte. O trabalhador (Elielson) teria sido morto em possível crime de vingança. A suspeita é que o filho da vítima estivesse envolvido com o crime organizado, o que seria a motivação, mas tudo está sendo devidamente apurado”, concluiu o Bryan.

A operação Protetor foi coordenada pela Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e deflagrada pela Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil, 2º Batalhão de Polícia Militar (2º BPM), Coordenadoria de Inteligência e Operações (CIOP) e Diretoria de Inteligência da Polícia Militar.

Mostrar mais

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo