Criminoso morto em confronto com a Rotam atuava como ‘executor’ dentro de facção, diz polícia
Willian ‘Palhacinho’, de 23 anos, tinha uma extensa ficha criminal e atuava com a função de ‘executor’ dentro da organização criminosa a qual ele pertencia

Elden Carlos / Editor
A polícia identificou como William Costa da Silva, de 23 anos, o “Palhacinho”, o faccionado morto em confronto com a Ronda Ostensiva Tática Motorizada (Rotam), na tarde de quinta-feira (4), em uma área de passarela localizada no final da Avenida Álvaro Carvalho Barbosa, conhecida como ponte do “cai n’água”, no bairro Jardim Felicidade I, zona norte de Macapá.

As forças de segurança chegaram ao endereço após um levantamento realizado pela Coordenadoria de Inteligência e Operações (CIOP) da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que havia recebido várias de denúncias de intenso tráfico de drogas e reunião de integrantes de organização criminosa naquela área.

Quando os policiais se aproximaram da residência onde estaria o grupo reunido, houve reação por parte dos suspeitos. Eles atiraram contra as equipes que revidaram. Palhacinho, que tinha função de ‘executor’ dentro da facção, permaneceu no local confrontando os militares enquanto o restante do bando escapava. Ele acabou alvejado.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito. Com o marginal a polícia apreendeu um revólver calibre 38. Dois homens suspeitos de envolvimento com o grupo foram presos, sendo um deles em flagrante por tráfico de drogas e o outro que estava com mandado de prisão em aberto.

No mesmo imóvel ainda foram apreendidas duas armas longas de fogo, munições, dinheiro fracionado e dezenas de porções de crack e cocaína. O material apreendido e os dois homens presos foram apresentados no Centro Integrado em Operações de Segurança Pública (Ciosp) Pacoval. O corpo de Palhacinho foi removido para o Departamento de Medicina Legal (DML) da Polícia Científica do Amapá (PCA).
A operação que resultou na morte do criminoso ocorreu de forma conjunta entre o Batalhão de Operações Especiais (Bope), 2º Batalhão de Polícia Militar (2º BPM), Grupo Tático Aéreo (GTA), Batalhão de Força Tática (BFT) e Diretoria de Inteligência da Polícia Militar (PM).



